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terça-feira, 28 de outubro de 2008

Nova Pesquisa sobre PDV

"Indice de 1998 foi reafirmado pela POPAI em 2004 indica que mais 80% dos consumidores brasileiros decidem suas compras no PDV.

Nova Pesquisa da agência Ogilvy Action mostra que apenas 39,4% dos americanso decidem suas compras no PDV. Foram apurados números no Brasil mas ainda não foram divulgados."
Fonte: HSM Management

Em 1998 o mercado publicitário sofreu uma reviravolta por conta de uma pesquisa que dava conta de que a grande maioria dos consumidores só decidia sua compra na frente da gôndola, de cara com a concorrência. "Tá e daí?" Alguém já gritou. Daí que desde então as empresas começaram a questionar os veículos de massa e seus investimentos, repensando se não seria mais vantajoso transferir um pouco mais dessa verba para os Pontos de Vendas (PDV) já que, se a maioria decide na hora da compra devemos estar mais presentes nesse momento.
Embalagens mais atraentes, stoppers, woblers, displays e outras peças passaram de coadjuvantes a atores principais de uma hora pra outra e vimos um aumento dos investimentos nessas ferramentas para abocanhar mais clientes na hora da compra.
Parece que essa discussão ainda tem muito chão pela frente visto que recentemente saiu nova pesquisa dizendo que esse percentual não é tão alto assim. O jeito é ficar de olho nessa briga e aguardar os próximos capítulos.
Fora de toda essa discussão o que sabemos com relação a comunicação é que realmente devemos medir bem os investimentos publicitários em funçao de objetivos e metas a serem alcançados. A proliferação de mídias alternativas, o avanço da internet e algumas novidades ainda pouco exploradas como Mobile Marketing ainda estão para desenhar um mapa da opções do que podemos usar na hora de se comunicar com clientes. Quem viver verá.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Clientes como convidados

Tenho visto uma série de cursos, livros e materiais que tentam explicar aos colaboradores e capacitar profissionais de atendimento. Em quase todos eles percebo que o objetivo principal é municiar o profissional de respostas prontas e algumas frases de efeito para tentar fazer do contato entre clientes e atendentes, a melhor experiência possível para o cliente. Muitas vezes existe algum sistema de avaliação de clientes, onde você pode enquadrá-lo em algum modelo pré-determinado e tentar atendê-lo conforme sua postura, perguntas e respostas. Normalmente eles sempre vem acompanhados de algumas razões pessoais e empresariais para que o colaborador se mantenha motivado e firme em seu propósito de atender sempre bem aos clientes.
Devemos lembrar somente que, da mesma forma que o mercado muda de forma constante esses perfis de clientes não podem ser atribuídos somente a características de comportamento e de personalidade. Os novos clientes sofrem uma pressão constante por parte do ambiente em que vivem, suas culturas, manias, hábitos, produtos que consomem e interferência de terceiros. Fica cada vez mais difícil definir um cliente, quanto mais tentar aplicar a ele alguma técnica ou abordagem por conta de seu perfil. Se tudo está mudando no mercado, como podemos tentar engessar clientes em modelos estabelecidos. Com toda a quantidade de informação e vindo dos mais diversos meios possíveis, você seria capaz de dizer hoje com certeza, quais seria os seus clientes e como eles pensam e agem.
Pessoalmente, gosto muito de uma abordagem que tive a oportunidade de ver num filme de treinamento que, apesar de não muito recente, traça um paralelo muito interessante quando se trata de atendimento a clientes.
Ele diz que devemos tratar nossos clientes em nossas empresas como convidados em nossa casa. Quando convidamos alguém a nossa casa nós preparamos tudo com muito cuidado, verificamos se o que preparamos está do seu agrado e nunca esquecemos de convidá-lo a retornar. Pode haver algo mais simples do que isso para fidelizar clientes e no entanto vemos uma verdadeira horda de empresas que quase se especializam em espantar clientes.
Talvez não exista comparação mais simples e fácil de se aplicar do que essa.Ela é simples e efetiva porque reflete no seu cerne o fato de que clientes querem ser simplesmente bem recebidos e se sentirem queridos. Querem ter a sensação que queremos que eles realmente voltem a nos visitar e que quando isso aconteça, estaremos sempre recebendo-os com um largo sorriso e uma frase no final do tipo. " Na semana que vem a gente marca outra reunião de amigos tão boa quanto essa. Até a próxima semana."

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Da série: Uma imagem vale mais do que 1000 palavras!

Para quem sabe que, mesmo no mundo dos negócios, uma imagem pode valer mais do que mil palavras.