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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Da Série: Comerciais que amamos

Simples e brilhante. Nesse spot da Fiat destaco como foi passado de maneira simples e clara o conceito de forma muito criativa. Esta na minha lista de "Sensacional".


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Da Série: Comerciais que amamos



A partir de hoje estou inserindo um novo tag com alguns comerciais que tenho em meus arquivos e alguns que recebo de amigos e alunos. A intenção é de destacar a criatividade e a ousadia. Gostaria que os leitores também usassem esse material como forma de consulta e avaliação de como os profissionais e criativos envolvidos na produção de tais peças conseguiram, por vezes alcançar uma mensagem sutil ou mesmo brilhante em tão curto tempo de exposição. Particularmente eu gosto de vê-los e tentar imaginar e estudar como os idealizadores conseguiram chegar ao conceito ou idéia do comercial. Espero que aproveitem.
Vale ressaltar que os materiais aqui colocados foram tirados da internet e possuem caráter de exibição meramente voltados para discussão e aprendizado.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Os Dez Mandamentos da Demanda

Recentemente encontrei esse material numas anotações que tinha sobre atendimento comercial. Sinceramente não me lembro de onde copiei (caso alguém saiba a origem me envie a fonte para que eu possa creditar). Apesar de parecer simples não quer dizer que seja fácil de se colocar em prática, mas com certeza são dicas extremamente eficientes para fidelizar clientes.

Os 10 mandamentos da demanda são, a saber:

01. Ganhe minha confiança.
02. Inspire-me.
03. Facilite minha vida.
04. Dê-me o controle.
05. Guie-me.
06. 24 horas, 7 dias por semana.
07. Conheça-me.
08. Supere as minhas expectativas.
09. Recompense-me.
10. Fique do meu lado.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

A Crise e o Varejo

Tenho ficado mais preocupado com a tão falada "Crise" quando leio os jornais do que quando tenho acesso a alguma pesquisa de avaliação de resultados do varejo ou converso com comerciantes e empresários da região.

Digo isso porque vejo manchetes nos jornais falarem sobre "Abalo Global", "Crise Mundial" e ao mesmo tempo tenho visto algumas pesquisas, indicadores e opiniões apontando para o crescimento em alguns segmentos de mercado e de consumo. Excesso de otimismo? Não.

Na verdade é que, realmente para alguns setores toda essa enxurrada de acontecimentos só vai se mostrar um problema daqui a algum tempo e se o ciclo de circulação de capital parar.

O que? Gritou alguém no fundo sala...Eu explico.

Para alguns consumidores e segmentos do mercado toda essa turbulência pode se mostrar somente quando tivermos uma redução na oferta de crédito que pode ser notada pelo aumento das taxas de juros. Esse fato já pode ser constatado em alguma lojas e bancos. Neste fim de ano pode ficar um pouco mais salgado pegar dinheiro emprestado, parcelar as compras no cartão de crédito ou utilizar o especial da conta bancária. Alguns vão notar também que alguns eletroeletrônicos vão ficar mais caros em função do aumento do dólar. Que hoje por exemplo bateu a casa dos R$ 2,36.

É para se desesperar? Claro que não. O comércio precisa criar algumas maneiras de atrair a atenção de seus clientes com promoções e ofertas e se possível (e sempre é) descontos nas compras a vista. O consumidor por outro lado deve pesquisar mais, dar preferência a artigos nacionais que sofrem menos com as alterações do dólar e pechinchar. Ou seja, nada que já não vinhamos fazendo a algum tempo.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Nova Pesquisa sobre PDV

"Indice de 1998 foi reafirmado pela POPAI em 2004 indica que mais 80% dos consumidores brasileiros decidem suas compras no PDV.

Nova Pesquisa da agência Ogilvy Action mostra que apenas 39,4% dos americanso decidem suas compras no PDV. Foram apurados números no Brasil mas ainda não foram divulgados."
Fonte: HSM Management

Em 1998 o mercado publicitário sofreu uma reviravolta por conta de uma pesquisa que dava conta de que a grande maioria dos consumidores só decidia sua compra na frente da gôndola, de cara com a concorrência. "Tá e daí?" Alguém já gritou. Daí que desde então as empresas começaram a questionar os veículos de massa e seus investimentos, repensando se não seria mais vantajoso transferir um pouco mais dessa verba para os Pontos de Vendas (PDV) já que, se a maioria decide na hora da compra devemos estar mais presentes nesse momento.
Embalagens mais atraentes, stoppers, woblers, displays e outras peças passaram de coadjuvantes a atores principais de uma hora pra outra e vimos um aumento dos investimentos nessas ferramentas para abocanhar mais clientes na hora da compra.
Parece que essa discussão ainda tem muito chão pela frente visto que recentemente saiu nova pesquisa dizendo que esse percentual não é tão alto assim. O jeito é ficar de olho nessa briga e aguardar os próximos capítulos.
Fora de toda essa discussão o que sabemos com relação a comunicação é que realmente devemos medir bem os investimentos publicitários em funçao de objetivos e metas a serem alcançados. A proliferação de mídias alternativas, o avanço da internet e algumas novidades ainda pouco exploradas como Mobile Marketing ainda estão para desenhar um mapa da opções do que podemos usar na hora de se comunicar com clientes. Quem viver verá.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Clientes como convidados

Tenho visto uma série de cursos, livros e materiais que tentam explicar aos colaboradores e capacitar profissionais de atendimento. Em quase todos eles percebo que o objetivo principal é municiar o profissional de respostas prontas e algumas frases de efeito para tentar fazer do contato entre clientes e atendentes, a melhor experiência possível para o cliente. Muitas vezes existe algum sistema de avaliação de clientes, onde você pode enquadrá-lo em algum modelo pré-determinado e tentar atendê-lo conforme sua postura, perguntas e respostas. Normalmente eles sempre vem acompanhados de algumas razões pessoais e empresariais para que o colaborador se mantenha motivado e firme em seu propósito de atender sempre bem aos clientes.
Devemos lembrar somente que, da mesma forma que o mercado muda de forma constante esses perfis de clientes não podem ser atribuídos somente a características de comportamento e de personalidade. Os novos clientes sofrem uma pressão constante por parte do ambiente em que vivem, suas culturas, manias, hábitos, produtos que consomem e interferência de terceiros. Fica cada vez mais difícil definir um cliente, quanto mais tentar aplicar a ele alguma técnica ou abordagem por conta de seu perfil. Se tudo está mudando no mercado, como podemos tentar engessar clientes em modelos estabelecidos. Com toda a quantidade de informação e vindo dos mais diversos meios possíveis, você seria capaz de dizer hoje com certeza, quais seria os seus clientes e como eles pensam e agem.
Pessoalmente, gosto muito de uma abordagem que tive a oportunidade de ver num filme de treinamento que, apesar de não muito recente, traça um paralelo muito interessante quando se trata de atendimento a clientes.
Ele diz que devemos tratar nossos clientes em nossas empresas como convidados em nossa casa. Quando convidamos alguém a nossa casa nós preparamos tudo com muito cuidado, verificamos se o que preparamos está do seu agrado e nunca esquecemos de convidá-lo a retornar. Pode haver algo mais simples do que isso para fidelizar clientes e no entanto vemos uma verdadeira horda de empresas que quase se especializam em espantar clientes.
Talvez não exista comparação mais simples e fácil de se aplicar do que essa.Ela é simples e efetiva porque reflete no seu cerne o fato de que clientes querem ser simplesmente bem recebidos e se sentirem queridos. Querem ter a sensação que queremos que eles realmente voltem a nos visitar e que quando isso aconteça, estaremos sempre recebendo-os com um largo sorriso e uma frase no final do tipo. " Na semana que vem a gente marca outra reunião de amigos tão boa quanto essa. Até a próxima semana."

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Da série: Uma imagem vale mais do que 1000 palavras!

Para quem sabe que, mesmo no mundo dos negócios, uma imagem pode valer mais do que mil palavras.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

American Way e o Cisne Negro



Muitos acompanharam pelos noticiários os últimos acontecimentos que colocaram o mercado financeiro americano e o famoso American Way dos EUA numa "sinuca de bico". O mais inacreditável foi ver empresas até então consideradas sólidas e altamente rentáveis, vindo abaixo uma a uma num efeito dominó e que foi citado por alguns como sendo um dos piores eventos econômicos da história americana.
Outro ponto a ressaltar é que, para quem não tem acompanhado essa história, pode paracer que isso tenha sido algo imprevisível. Mas não foi. Só de considerar que essa confusão foi na verdade um dos últimos capítulos de uma sucessão de eventos que teve início em 2001.

O que devemos refletir é, como não foi possível mudar esse rumo a mais tempo? Isso foi por incapacidade de antecipar uma tendência ou por interesse econômico, já que com certeza tem alguém na outra ponta dessa corda que está ganhando ou vai ganhar dinheiro com essa história mais cedo ou mais tarde. Algumas teorias apontam até para uma suposta necessidade de se causar turbulências no mercado para promover alguns ajustes, mudanças de rumos, criação de novos negócios...sabe aquela piada sem graça que num carro muito cheio o motorista promove uma freada repentina e diz que é para os ocupantes se ajeitarem, pois é.
Inevitável não lembrar de uma reportagem que li recentemente citando a teoria de Nassim Nicholas Taleb.

O autor de The Black Swan: the Impact of the High Improbable (O cisne negro: o impacto do altamente improvável, ainda inédito no Brasil) aborda casos que poderiam se enquadrar como esse que aconteceu.



Apesar de contrária a algumas correntes existentes que dão conta da necessidade de tentar antecipar e controlar acontecimentos, a teoria nos dá conta de o quanto estamos vulneráveis frente a fatos imprevisíveis. Ela também coloca que a grande maioria das conquistas da humanidade na verdade se deu mais por conta de fatores não controláveis do que por conhecimento acumulado e observação.


Mas até que ponto podemos realmente antecipar um fato, tendência ou mesmo uma ocorrência corriqueira mas que pode se tornar fator de sucesso, ou não, para empreendimentos e negócios.
Vamos partir de um príncipio básico de planejamento que aborda justamente o levantamento de informações sobre o meio ou tema que se pretende avaliar. Como podemos ter certeza que fatores que estamos levando em consideração e modelos pré estabelecidos podem dar, com uma margem confiável, a resposta certa para decisões? Para que teve alguma esperança sinto informar que não podemos.

Não existe uma receita pronta ou modelo padrão para estabelecer sucesso nos negócios e decisões. O que podemos fazer é minimizar riscos e partindo nessa linha podemos evitar muitos deles mesmo ao ponto de quase anulá-los, mas não se engane. A famosa Lei de Murph ainda pode prevalecer.
Para se chegar a um ponto que se considere satisfatório o prezado leitor deve considerar, além dos fatores externos e internos já conhecidos, pontos fortes e fracos, variações e tendências uma boa pitada de boa intuição com base na sua experiência de mercado e muita, mas muita observação das infinitas possibilidades. Quer saber o quanto de erros e falhas você pode evitar? Simples, é só você saber quantas possibilidades possíveis podem acontecer depois que você toma uma decisão nos negócios. Aí aí aí,...nem adianta me xingar e dizer que é óbvio. Nós sabemos que é mesmo.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

...continuando. Plano de Negócios - Etapa 1

O Plano de Negócios é considerado ferramenta fundamental (como já citado) para uma melhor visão do que podemos nos deparar na abertura de uma empresa ou no começo de um empreendimento.

Partindo da teoria à prática, veremos a partir de hoje os pontos principais que não podem ser deixados de lado num bom plano de negócios. O plano apresentado foi baseado num modelo do Professor de Pós-Graduação da Cândido Mendes, Prof. Vitor Pires dos Santos.


1 - Descrição da Empresa
Faça aqui um resumo do seu empreendimento. Coloque de forma clara e objetiva uma descrição do negócio indicando o ramo que pretende atuar e os motivos pelos quais está investindo nele. Mencione o setor de atividade (agropecuária, indústria, comércio ou serviço). Vale lembrar que existem muitos modelos de planos de negócios e que em alguns deles algumas denominações podem mudar ou alguns itens serem acrescentados ou suprimidos.
Em alguns modelos essa primeira parte pode também ser chamada de Resuno Empresarial e conter além do qua

1.1 - Equipe Gerencial
Relacione neste item o nome dos sócios, alguns dados básicos de endereço, seu currículo de forma suscinta e as atribuições que esse sócio vai ter na organização. Depois que você relacionou todos os sócios com suas respectivas informações, estabeleça a composição do capital social da empresa descrevendo o valor de participação de cada um na sociedade e sua correspondência em percentual.

1.2 - Estrutura Legal
Apresente o organograma da empresa e descreva as funções, atribuições e deveres de cada departamento.

1.3 - Localização e Instalação
Descreva aqui qual será o local de instalação da empreendimento com endereço e descrição do local. Explique porque você escolheu esse ponto e quais os fatores que essa escolha podem trazer de diferencial competitivo para o negócio. Você pode fazer uma lista de fatores e atribuir a eles uma escala de importância. Fatores como acesso, fluxo de pedestres ou de veículos, valor de aluguel e segurança podem interferir na decisão e fazer a diferença para determinados negócios.

1.4 - Parceiros Estratégicos

Liste aqui quais são as atuais e futuras parcerias comerciais que podem fazer do negócio um empreendimento diferenciado e os seus benefícios.

Fonte: Empreendedorismo e Plano de Negócios - Prof. Vitor Pires dos Santos

Abraço e sucesso!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Extensão da Licença Maternidade de 4 para 6 meses.

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (9) a lei que amplia o prazo da licença-maternidade de quatro para seis meses. Para que as mães obtenham o novo benefício, elas terão que negociar com as empresas a ampliação, já que a medida é opcional para os patrões. A nova legislação passa a valer a partir de 2010.”

Fonte: globo.com

Mal saiu a notícia e já me perguntaram minha opinião e qual seria o impacto disso no mercado de trabalho e nas relações entre empresas e trabalhadoras beneficiadas. Tio Xandro responde.

Para as empresas privadas não teremos nenhuma mudança radical pelo menos agora, já que para entrar em vigor o desconto no imposto de renda que a empresa pode ter como benefício, vamos ter que esperar até 2010. Como a concessão da extensão é uma opção, fica a cargo de cada empresa conceder ou não o benefício em função da demonstração de vontade da colaboradora. Existe a ainda a restrição às micro e pequenas empresas já que o governo entende que essas empresas já tem benefícios demais com o simples.

Para os que já gritam do fundo da sala “Se não for obrigatório nenhuma empresa vai querer aderir”. Vamos com calma galera. Devemos primeiramente comemorar mais essa conquista que não é só da mãe, mas principalmente da criança, que terá mais dois meses de folga com a mamãe só pra ela. Depois disso devemos nos lembrar que muitas conquistas são adquiridas passo a passo e que isso pode ser um primeiro deles em direção a uma nova situação.

Da mesma forma que outros benefícios opcionais, esse pode engrossar a lista e se tornar mais uma opção de empresas bacanas que se preocupam com a qualidade de vida de seus colaboradores e que sabem que a empresa que, realmente, se preocupa com seus colaboradores tem muito mais do que empregados, tem leais defensores.

Não tenho como não citar, e isso infelizmente, que existem muitas empresas que já discriminam o trabalho feminino, já na entrevista por vezes, por conta da preocupação de ter uma trabalhadora a menos numa possível gravidez.

Eu já ouvi até gente dizendo que já existiam algumas empresas aqui da região serrana do Rio na área de moda íntima que muito antes disso estavam contratando mais homens para trabalhos que antes eram femininos, como os de costureiras. Sinceramente não tenho estatísticas disso mas considero que isso faça parte, na verdade, de uma movimentação natural. Todo mundo sabe que homens e mulheres vêm transitando em cargos que eram considerados exclusivos de um só sexo e que isso vem acontecendo por uma competição natural por postos de trabalhos.

Abraço e sucesso!

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Vamos começar.... ...do começo.




Quero inicialmente agradecer a todos que dispuseram a dedicar alguns poucos minutos de seu atribulado dia. Sabendo que o nosso dia não é nada fácil, buscamos sempre aproveitá-lo ao máximo, de preferência lendo e estudando temas e matérias que de certa forma possam agregar novos conhecimentos e fazer alguma diferença no dia-a-dia.

Pois gostaria de fazer um convite para que nos encontremos sempre nesse espaço, sempre uma vez por semana, para que possamos discutir assuntos pertinentes as áreas de Marketing, Negócios e Gestão.

Pretendo abordar os temas de forma descomplicada e sempre próxima do nosso cotidiano. Não quero restringir esse convite apenas aos empresários ou especialistas, teóricos ou práticos do ramo, não. Quero ter o prazer de responder, opinar, partilhar e até mesmo me complicar com qualquer dúvida que possa ser colocada nesse espaço. Ao contrário do que muitos imaginam, nós não sabemos e nunca saberemos todas as respostas para todas as questões de um único tema. Até porque eu seria um grande mentiroso se me colocasse como um guru dos assuntos acima citados. Se os grandes estudiosos e pensadores, em algum momento de suas carreiras foram unânimes em dizer que aprendemos sempre coisas novas e a cada momento o mercado muda e nos faz repensar e reavaliar nossas estratégias e decisões. Não serei eu, reles mortal que vou tentar isso..não mesmo. O que teremos aqui é um fórum permanente de idéias, casos reais e fatos que interferem no mercado para nossa análise e aprendizado. Por favor, briguem comigo, me xinguem, digam que eu estou errado ou mesmo que não concordam, mas não deixem de opinar.

Espero deixar vocês com aquela pulga atrás da orelha e aquele pensamento de que ...“preciso fazer algo com essa informação que li ” a partir de hoje.

E já que estamos começando ...do começo, nada mais pertinente do que começar falando da mais eficiente das ferramentas de gestão para os empreendedores de plantão. O Plano de Negócios.

Toda vez que falo isso me vem a mente as palavras de um professor de Pós- graduação dizendo: “ Prezados....é muito fácil..mas é claro que dá um pouco de trabalho.” Devo dizer a vocês que concordo e digo por experiência que realmente dá muito trabalho. Mas, inegavelmente, talvez seja a única maneira de se abrir um negócio tendo uma plena visão de todos os objetivos, planejamentos, dificuldades e soluções. O fato é, se você pretende abrir um negócio, tendo conhecimento dele ou não, pesquise a respeito. Nele você pode ter ferramentas e informações preciosas para alcançar o sucesso.


Na Internet:

http://www.sebrae.com.br/

http://www.planodenegocios.com.br/



Livro da Semana:

A Construção do Plano de Negócios

Cecconello, Antonio Renato; Ajzental, Alberto

Ed Saraiva
R$ 65,00


Frase da semana

"Dá-se muita atenção ao custo de se realizar algo.

E nenhuma ao custo de não realizá-lo."

Philip Kotler

Obs: Os sites, livros e matérias indicadas são de responsabilidade de seus autores.